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monografia
Anexo : p.283-295. Glossário : p.297-300. Bibliografia : p.301-308
Índice cronológico : p.735
Glossário : p.279-281. Bibliografia : p.283-284. Índice remissivo : p.285-288
Contém resumos e orientações para a acção.
Este livro não é um guia completo de economia, mas sim daquela economia que afecta os empregos, preços e negócios. As questões históricas e teóricas aparecem apenas quando projectam luz sobre as idéias, instituições e políticas que enformam o mundo económico actual
Começando por analisar o ser humano e a sociedade onde se insere, o autor leva o seu estudo no sentido de compatibilizar a gestão dos recursos humanos com a identidade as pessoas integradas no seu ambiente
Esta obra é fundamental no domínio do saber e do agir estratégicos. Nos planos da estratégia subversiva e da estratégia do fraco ao forte este texto é imprescindível para a compreensão do que de mais relevante o pensamento estratégico chinês produziu.
Um texto muito claro sobre o pensamento estratégico do autor, sobre a condução da guerra, a táctica ou arte do combate e a estratégia ofensiva e defensiva.
Este texto é composto por pensamentos breves do primeiro imperador francês sobre como fazer a guerra através de uma estratégia concertada.
Trata-se de um debate construtivo sobre alguns dos principais temas e problemas da teoria da estratégia, tais como a aplicação da estratégia no contexto empresarial, a ética dos conflitos e a própria essência da estratégia.
A guerra da informação integra-se na Sociedade da Informação, na qual se geram novas ameaças e oportunidades no contexto da vida das pessoas, empresas, instituições, nações e regiões de todo o mundo, onde a segurança e a competitividade são desígnios da realidade actual. Com esta obra ficam lançadas as bases de enquadramento conceptual, tecnológico, terminológico, organizacional e operacional de um novo tipo de guerra, que ultrapassa a esfera militar e assume uma extrema importância para a sociedade civil, ao nível da cidadania ou da intervenção empresarial, institucional, política ou académica.
Segundo o autor é mais importante saber lidar com a situação no terreno, com respostas baseadas em estratagemas que apelem à inteligência, à flexibilidade e à criatividade dos líderes militares, do que teorias de planeamento estratégico ou doutrinas militares.
O autor é o fundador de uma das escolas mais impotantes do pensamento estratégico. Viveu num dos períodos mais conturbados da história recente, produzindo ideias não só nos domínios da estratégia e da táctica, mas também nas áreas do saber da ciência política e das relações internacionais.
Este General expõe e sistematiza as bases da doutrina que o levou à vitória sobre as tropas francesas em Dien Bien Phu e os Estados Unidos na Guerra do Vietname unificando o País. O método consiste em conduzir a guerra subversiva, assimétrica, para um conflito convencional que conduz à vitória final sobre o inimigo, já debilitado e sem soluções para travar uma guerra que não pode vencer.
Neste tratado o autor apela para o levantamento de uma milícia nacional não permanente, enquadrada no seu entendimento sobre a arte da guerra, sobretudo das guerras travadas na Península Itálica em finais do século XV e princípios do século XVI.
Para o autor o maior estratega de todos os tempos é Cipião o Africano que conseguiu derrotar Aníbal abrindo a Roma as portas do mundo. São aqui analisadas as suas notáveis campanhas militares.
Este foi o tratado militar mais marcante no mundo ocidental até ao século XIX, através do qual Vegécio explicitou a importãncia da infantaria face à cavalaria. Mas, séculos mais tarde, a massificação das armas de fogo relegaria a cabvalaria para um papel secundário nos campos de batalha, dominada então por uma infantaria que traduzia muitas das liçõees do estratega.