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A 27 de Maio de 1834, em Évora Monte, caía o pano sobre um terrível drama que dilacerou os portugueses de então e cujas sequelas, embora por vezes disso não nos apercebamos, perduram no Portugal contemporâneo. Terminava, com a vitória dos primeiros, a luta entre os "liberais" e os "miguelistas". Se atentarmos a que, menos de um ano antes, cerca de 10 000 liberais se encontravam cercados no Porto, que o país parecia seguir com o coração a causa de D. Miguel e que a ele obedecia um exército de 80 000 homens e toda a esquadra, não podemos deixar de nos surpreender.
O discurso do Estado da União do Presidente Obama, em Fevereiro de 2013, veio chamar a atenção para a importância do comércio transatlântico entre os Estados Unidos da América (EUA) e a União Europeia (EU). Estará o mundo a assistir a um novo despertar da importância geopolítica do Atlântico, no contexto da disputa de uma nova ordem mundial que se dará no Pacífico? Será este renovado interesse resultado do rápido desenvolvimento económico e militar da China? A ideia defendida pelo professor do MIT, Posen, é que o poder dos EUA, enquanto potência global, assentaria na capacidade para controlar o acesso e a utilização dos grandes espaços comuns da humanidade: o mar; o ar; o espaço exterior; e o ciberespaço. Só uma economia dinâmica e superior às outras poderá suportar o esforço militar e tecnológico de manutenção do domínio nos espaços comuns da humanidade. Deriva daqui a necessidade do Ocidente se unir sob a liderança dos EUA, dando uma nova centralidade económica ao Atlântico de modo a desenvolver uma economia que permita alavancar esse poder perante o desafio Chinês. Para isso haverá a necessidade de desenvolver novos mercados e capacidades, não só no Atlântico Norte, mas também no Atlântico Sul.
Na capa sao mensionadas as Ediciones Ares; BA1(CL)