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A estratégia diplomática para a dissuasão nuclear no Irão não está a resultar, sendo esta questão considerada uma das mais importantes a nível da comunidade internacional
A eleição que se avizinha no Irão poderá mudar draticamente a região para melhor ou para pior.
As autotidades conseguiram acabar com as manifestações de rua em Teerão mas a crise está longe do fim.
Mestre em provocações, campeão da postura marcial e da diatribe inflamada, o presidente iraniano vai seguramente conseguir um segundo mandato nas eleições de 12 de Junho. Os adversários acusam-no de comprometer os interesses vitais da república islâmica.
Como não se encontrou um acordo com os Ocidentais, que exigem que a República Islâmica abandone o stock de urânio, o Irão anuncia que vai produzir combustível nuclear para uso civil.
O medo do crescimento da influência xiita não é um problema de ganhar novos adeptos, mas que esta religião seja instrumentalizada pelo Estado Iraniano para estabelecer uma influência regional, sobretudo no Iraque.
Israel continuar a insistir em sanções contra o Irão, mas também considera hipóteses de guerra.
A instabilidade política que se vive no Líbano está a dar à Síria maior influência na região. Será que o Irão se encontra ameaçado pelo seu aliado tradicional?
Será que Israel há alguns meses lançou um vírus informático para descobriri o programa nuclear iraniano? Será que estamos perante o aparecimento de um conflito cibernético? Talvez sim
O uso das redes sociais por jovens do Próximo Oriente nada tem que ver com o dos ocidentais. Do Irão chegaram as primeiras lições acerca destas novas ferramentas de mobilização.
O potencial outrora imporatente da Força Aérea no Irão está hoje em declínio
A população iraniana espera que as sanções e o isolamento do país acabem e possam viver em paz
Devido às sanções económicas, a vida dos cidadãos iranianos vai de mal a pior
Oferta do Alm. António Bonifácio Lopes.
O acordo firmado entre o Irão e os EUA poderia ter aberto caminho ao diálogo, mas Netanyahu insiste na confrontação
Confortado pelas urnas nas legislativas de 26 de fevereiro, o presidente moderado dispõe de uma grande margem de manobra para pôr em marcha as reformas que prometeu