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O autor interroga-se sobre o declinio da tomada de decisão durante a operação naval.
Até onde vão os limites para os veículos sem pilotagem em estado de guerra?
A marinha iraquiana adquiriu 47 novos navios de guerra e prepara-se para enfrentar as ameaças nas suas águas territoriais na próxima década. Está em curso uma formação intensiva visando esse objectivo.
Este artigo aborda os exercícios de assistência humanitária da Marinha e a sua capacidade de resposta face a situações de catástrofe natural e dos padrões de prontidão das fragatas e corvetas que integram os respectivos planos de treino, os chamados DISTEX.
A Turquia avança com os seus planos ambiciosos no sentido de desenvolver as suas capacidades industriais navais.
A marinha americana despreza muitas vezes o lado operacional seguindo apenas modelos tácticos. O autor sublinha a importância de uma conduta das operações navais combinada que permitirá englobar a complexidades das operações contemporâneas.
Croiseurs et grands bâtiments de ligne : quel avenir? / Jean-Jacques Mercier, Joseph Hérotin. - p. 76-78
O poder naval iraniano continua a afirmar-se num momento em que o país revela os seus planos para aumentar a sua presença ao longo do Golfo de Oman e do Estreito de Ormuz.
É tempo de mudanças importantes no que toca às frotas de submarinos europeias, visto que muitas marinhas estão envolvidas em programas nos quais estas frotas são fundamentais. ete artigo analisa estes novos programas de acção.
Trata-se de uma reflexão sobre a história da relação centenária entre a Marinha e o Istituto Superior de Ciências Sociais e Politícas da Universidade Técnica de Lisboa
As operações combinadas da marinha e da força aérea no Reino Unido são actualmente um potencial a considerar.
Analisam-se as forças especiais da marinha francesa, os fuzileiros e os comandos-marinha, cujo treino é rigoroso e se reflecte na sua capacidade de actuação.
O Sistema Mundial de Socorro e Segurança Marítima, habitualmente conhecido pela sigla inglesa GMDSS - Global Maritime Distress and Safety System, entrou em vigor em 1992 e estabelece a arquitectura de comunicações necessária à melhoria da segurança marítima e, em particular, à optimização da Busca e Salvamento - Search And Rescue (SAR).
La marine sud-coréenne dans son contexte / Chang Kwoun Park. - p. 50-54
Como o Japão está a reduzir a sua frota devido a cortes no orçamento e mudanças nas prioridades, o país procura diversificar-se conduzindo novas missões faces às grandes ameaças do século.
Desde 2001 que a inserção das capacidades das forças especiais avançou, expandiu-se e melhorou graças à actuação no terreno destas forças.
Análise das potencialidades da marinha de guerra em Singapura, através de uma entrevista ao Chefe da Marinha.
O novo navio de guerra anfíbio espanhol Juan Carlos I foi construído para enfrentar os desafios do mar. Apresentam-se aqui as suas características.
As corvetas modernas estão a responder à necessidade crescente das missões multi-desempenhos que as forças navais desempenham pelo mundo
Breve introdução ao conceito de Telemedicina (TM), descrição das vantagens e resultados da sua utilização, por referência a um exemplo concreto em Portugal. A TM naval e marítima, âmbitos e motivações respectivas. Fundamentação da necessidade de a Marinha e as FA Portuguesas reconhecerem que a TM é um sistema essencial de suporte de combate e da necessidade da assunção da responsabilidade da sua urgente implementação.
Para a Marinha não é excepção a preocupação materializada na expressão "o activo mais importante das organizações são as pessoas".
Examinam-se os esforços de modernização levados a cabo nas fragatas FFG-7, para que esses navios se mantenham em extrema operacionalidade no século XXI.
A marinha de guerra do Estados Unidos está conjuga esforços para se integrar numa rede de sistemas de comunicação.