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O processo de gestão estratégica que hoje está implantado na Marinha Portuguesa deu os primeiros passos em 1982, mas só se pode falar verdadeiramente em gestão estratégica na Marinha a partir de 2004, quando se adotou a organização da documentação estruturante da estratégia naval em duas vertentes: a doutrina e a política naval.
Atividade do comando naval do Cormorant, inserido na marinha de guerra britânica
A marinha dos Estados Unidos está a avançar tecnologicamente no fabrico de radares de grande potência
O futuro da classe de submarinos Collins está posto em causa e a Austrália deve substituí-los em 2025
Os radares de vigilância marítima buscam novos horizontes através de sistemas de aeronaves não tripuladas
Tendo demonstrado a sua resistência e força, o comando naval alemão quer equipar o submarino Type 212A com comunicações sofisticadas e sistemas de mísseis
O submarino nuclear visto como a mais poderosa plataforma autónoma de armas a seguir aos porta-aviões gigantes ou mesmo a primeira se se considerar a sua capacidade de lançamento de mísseis balísticos com múltiplas ogivas nucleares e com a vantagem de se tornar auto-protegido quando navega a uma profundidade da ordem dos 300 a 350 metros e patrulha longe de qualquer objetivo.
A Escola Naval é um ponto de referência de recordações saudosamente evocadas por todos os que aí começaram a carreira militar. O presente artigo evoca a Escola Naval no início da década dos anos 50.
Já bem posicionados nos mercados tradicionais da África e da Ásia, os construtores de navios de guerra chineses procuram novas fronteiras
A marinha norte-americana começou a transição dos helicópteros MQ-8B para os MQ-8C Fire Scout porque as vantagens são inúmeras. maior duração e capacidade de transporte
A flexibilidade tornou-se uma palavra de ordem nos navios de guerra contemporâneos
A capacidade das novas fragatas da marinha alemã F-125 é enorme, permitindo a navegação durante dois anos até regressar ao porto de embarque
Como as plataformas, o pessoal e orçamentos se estão a reduzir, as marinhas estão a usar cada vez mais a simulação e a formação. É o caso da marinha da Austrália
As capacidades no âmbito da fiscalização dos espaços marítimos sob jurisdição nacional enquadram-se na atuação de cariz não militar, visando neste campo a intervenção da Marinha na verificação do cumprimento das leis e normas em vigor.
O desenho dos navios tem de obedecer a padrões novos de flexibilidade e de sobrevivência
Apresentam-se vários instrumentos de vigilância marítima de baixo custo
Caracterização e inovações do sistema integrado de controlo de comunicações na marinha portuguesa
VI Reunião Internacional da História da Náutica e Hidrografia: actas, 1989. p. 137-156
Oraçao lida na sessão solemne de abertura das aulas da Escola Naval em 18 de outubro de 1899