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Exame das vantagens e inconvenientes da adesão da Turquia à União Europeia
Análise comparativa dos três períodos em que Portugal assumiu a presidência do Conselho da UE, 1992, 2000 e 2007.
As eleições europeias tiveram uma baixa afluência às urnas e houve uma mudança à direita.
A mudança americana de estratégia politica acalmou uns e apoquentou outros.
O Comité dos Representantes Permanentes dos Estados Membros da União Europeia (COREPER), reuniu em Bruxelas, em Fevereiro, para decidir o prolongamento das sanções contra o Zimbabwe, por mais doze meses.
O balanço da presidência espanhola da UE no primeiro semestre de 2010 é agridoce. Uma gestão eficaz permitiu pôr em marcha, com êxito, o Tratado de Lisboa. O difícil contexto económico, sem dúvida, limitou as altas expectativas iniciais.
Como o título sugere, o artigo pretende refletir sobre a adesão da Turquia à UE. O enquadramento que o antecede afigura-se relevante para o que se pretende evidenciar: o projeto europeu, sem deixar de afirmar a sua raiz económica, serve simultaneamente um desígnio de solidariedade e de liberdade.
Brochura sobre a assinatura do Tratado de Lisboa e sobre os benefícios para a União Europeia
O projeto europeu de controlo de fronteiras pode ter surgido como defesa contra excessos xenófobos em matéria de segurança nacional. No entanto, em matéria de imigração, as regras comuns nivelam por baixo: encerramento das fronteiras, criminalização da imigração, aplicação restrita do direito de asilo. Em 2004, a União dotou-se de um braço armado contra os migrantes: a agência FRONTEX
O Tratado Constitucional : evitar jogar ao mikado / Manuel Lobo Antunes. - p. 47-50
Portuguese presidency : strategy, perspectives and expectations / Hans-Gert Pöttering. - p. 17-20