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Curso Superior de Comando e Direcção - Trabalho Individual
Neste artigo o autor aborda a NATO no pós-Cimeira de Lisboa, dando uma atenção particular aos desenvolvimentos que mais influenciarão a dimensão militar da Aliança
Este artigo tem a ver com a correlação negativa entre "Crise" e "Segurança e Defesa", pois são conceitos que não se conjugam harmoniosamente, tanto mais num contexto em que a União Europeia tem demonstrado não possuir um projeto global sobre o seu papel e ambição no mundo globalizado.
Sob o tema geral Everyrhing is connected", o autor aborda de modo mais específico o tema da Segurança, numa ótica de modernidade, numa perspetiva de multidisciplinaridade e de interpenetração e articulação de saberes e das respetivas praxis.
A Aliança Atlântica não tem, nem nunca teve, quaisquer responsabilidades no tocante ao aprontamento das forças militares dos países membros. Assim, não é possível falar de uma perspectiva da NATO quanto às alterações que presentemente parecem processar-se em matéria da natureza e estrutura das forças militares dos Aliados.
A Cimeira de Varsóvia visará garantir a adequação das capacidades da NATO a um ambiente de defesa que se modificou, salvaguardando a sua unidade, coesão e solidariedade
A conceito de guerra foi mudando ao longo do século XX, passando do tempo de guerra clausewitziano até aos conflitos e crises com resposta às novas ameaças. Continuam a coexistir várias tipologias de conflitos, em vários espaços geopolíticos, alargou-se o conceito de segurança e viraram preocupação os fundamentos da violência