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O rei Hassan II procura melhorar as condições de vida do seu povo, bem como fomentar uma política de democratização do país através de reformas económicas, sociais e nos direitos humanos
É preciso assegurar a segurança dos países do sul do Mediterrâneo, pois esta região é muito importante para o futuro da Europa em geral e da França em particular
Balanço das relações económicas euro-magrebinas, com descrição das iniciativas levadas a cabo no sentido do reforço da cooperação
trinta anos depois da independência, a Algéria apresenta uma instabilidade política enorme, com a tentativa de democratização do país abortada, grandes dificuldades económicas e o regime político instável
Balanço sombrio sobre a trajetória da Argélia, seus principais problemas tais como o desenvolvimento económico, a progressão do terrorismo, o regime político e a diplomacia falhada
O Presidente da Mauritânia cada vez é mais contestado pela sua gestão autoritária do poder : prisão dos opositores, interdição dos partidos políticos, organização de garndes processos, transformando assim o país numa ditadura sangrenta
A proximidade e o sucesso da Comunidade Económica Europeia levam os Estados do Magrebe, a partir de 1963, a estabelecer ligações institucionais e a solicitar ajudas para o desenvolvimento
A nova Constituição de Marrocos vai provocar alterações importantes no seu processo de democratização, nas eleições e na cidadania do país
O processo de democratização em curso em Marrocos, vai de encontro às aspirações da população, mas implica uma abertura económica e um esforço de luta contra a insegurança, a corrupção, a fraude fiscal e o contrbando, bem como um esforço na emancipação da mulher, nos direitos humanos e nas eleições
A eleição de Abdelaziz Bouteflika vai permitir a reconciliação dos argelinos e a consecução de reformas económicas de grande ampllitude, graças a rendimentos petrolíferos excecionais
O problema do fundamentalismo islâmico na Argélia não se alterou, mesmo depois do Presidente Bouteflika ter reinserido na sociedade os islamitas que não cometeram nem crimes de sangue, nem de violação
O movimento fundamentalista islâmico na Argélia, o GIA, está a levantar grandes problemas á estabilidade política e social no país