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Arquivo da Defesa Nacional

O Arquivo da Defesa Nacional (ADN) tem a sua origem na documentação depositada no Forte de São Julião da Barra, possuindo um acervo documental com elevado interesse para a História Política e Militar de Portugal, em especial no que respeita à Guerra do Ultramar e às relações com a NATO, abrangendo sobretudo o período de 1950 a 1975.

O levantamento e identificação da documentação de entidades extintas ou com mais de 20 anos permitiu a salvaguarda do património documental histórico da Defesa, com especial incidência nos fundos do Gabinete do Ministro da Defesa, Gabinete do CEMGFA e Secretariado-Geral da Defesa Nacional (SGDN), enquanto órgão de estudo e de trabalho do ministro da Defesa Nacional e que veio a ser extinto em 25 de Abril de 1974.

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Arquivo da Liga dos Combatentes

A Liga dos Combatentes, fundada em 1921 como "Liga dos Combatentes da Grande Guerra", é uma instituição com um papel relevante para a identidade cultural e histórica de Portugal, e que pretende preservar, conservar e divulgar o seu património, de modo que a que a Memória seja transmitida às gerações futuras.

O Arquivo da Liga dos Combatentes, localizado no edifício Sede da instituição (Lisboa), está a ser restruturado de forma a serem otimizados processos arquivísticos e de disponibilização alargada da informação, como o projeto "Portal das Instituições de Memória da Defesa Nacional".

O Arquivo institucional disponibiliza um vasto acervo documental e fotográfico focado nas temáticas da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e Guerra do Ultramar (1961-1974).

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Arquivo Histórico da Força Aérea

A missão primordial do AHFA consiste em recolher, organizar, descrever, conservar e divulgar os documentos que detém interesse histórico e cultural aeronáutico, no sentido de permitir realizar investigações e preservar as memórias e o legado da Força Aérea Portuguesa e da aeronáutica militar nacional.
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Arquivo Histórico da Marinha

Apesar da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar ter sido criada pelo Alvará de 28 de Julho de 1736, as origens do Arquivo remontam apenas ao ano de 1843, quando o Decreto de 15 de Fevereiro reorganiza a referida Secretaria de Estado, estabelecendo no seu art.º 11º, um arquivo a cargo de oficial ou amanuense. Porém, as reformas frequentes que, a partir do constitucionalismo remodelaram o Ministério, a incorporação de fundos na Biblioteca Nacional (1897), a desanexação do Ministério das Colónias levou a que a documentação de alguns dos fundos da Marinha tivesse ficado dispersa em diferentes organismos, nomeadamente no Arquivo Histórico Ultramarino, e só na década de sessenta do século XX, após a criação do Arquivo Geral da Marinha aberto ao público (Decreto-lei n.º 42840, de 10 de Fevereiro de 1960, substituindo o antigo Arquivo da Marinha), se conseguiu que parte dela voltasse à Marinha, onde foi incorporada.

O Arquivo Central da Marinha foi criado pelo Decreto Regulamentar nº 35/94, de 1 de Setembro, que, em simultâneo, extinguiu o anterior Arquivo Geral da Marinha. É um organismo de natureza cultural e totalmente dependente, organicamente, da Biblioteca Central da Marinha, inclui o Arquivo Central e o Arquivo Histórico. Em 1997/98, foi transferido das instalações do Quartel de Marinheiros, em Alcântara, para o Edifício da ex Fábrica Nacional de Cordoaria, na Rua da Junqueira, em Lisboa.

Por sua vez, a Lei Orgânica da Marinha publicada em 2009 (Decreto-lei 233/2009, de 14 de Setembro) coloca o Arquivo Central na dependência da Superintendência dos Serviços de Tecnologias da Informação, com a denominação de Centro de Documentação, Informação e Arquivo Central da Marinha, continuando o Arquivo Histórico na dependência da Biblioteca Central da Marinha.

O acervo documental do Arquivo Histórico não é apenas o registo da sua memória nas suas múltiplas atividades em áreas geográficas diversificadas, é também uma parte da nossa História, podendo ser estudados temas tão diferentes, como por exemplo a saúde, a ciência, novas tecnologias, construção naval, pescas, marinha mercante e de recreio, a sociedade...

A sua função passa pela guarda, conservação, valorização e divulgação do património arquivístico da Marinha.

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Arquivo Histórico Militar

O Arquivo Histórico Militar tem como missão guardar, tratar e preservar todos os documentos de valor histórico relativos ao Exército. Trata-se de uma instituição centenária, nascida no seio da reforma republicana do Exército decretada em 25 de maio de 1911. Foi-lhe atribuído a incumbência de guardar e proceder à catalogação de todos os documentos com valor histórico relativos ao Exército português. Porém, a sua origem remonta ao arquivo do Conselho de Guerra, órgão com funções essencialmente consultivas criado em 11 de dezembro de 1640, que se crê ter sido o primeiro arquivo militar português. Com a constituição da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, em 1736, todos os assuntos diplomáticos e militares passaram a estar a cargo desta secretaria, originando um novo arquivo.

Em consequência do terramoto de 1 de novembro de 1755 e com a extinção do Conselho de Guerra em 1834, os arquivos foram reunidos num só espaço, no palacete do Pátio das Vacas em Belém. Com o fim da guerra civil o Archivo Militar, como então era conhecido, recebeu as suas primeiras incorporações: o arquivo da Terceira referente ao Governo Constitucional instalado nos Açores; o da Secretaria da Guerra do Exército Liberal, relativo ao cerco do Porto (1832/33); das extintas inspeções gerais de infantaria e de cavalaria; do denominado “moderno” da Secretaria da Guerra, correspondente à época de 1820 a 1833 e do já referido Conselho da Guerra.

Seguiu-se, um período muito marcado pela itinerância do arquivo militar, com a sua transferência sucessiva, primeiro para o piso inferior do Palácio da Ajuda em 1845, daí para o edifício do jardim botânico, também na Ajuda, em 1862; posteriormente para a ex-fábrica de refinação do salitre de Alcântara em 1877 e por fim, para a ala Sul do antigo palácio dos condes de Resende, no Campo de Santa Clara, em 1884. Aí se fixou até 1951, ano em que passou para as atuais instalações, na ala Leste do edifício do Estado Maior do Exército, em Santa Apolónia.

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Centro de Audiovisuais do Exército

A génese do Centro de Audiovisuais do Exército (CAVE), remonta a 12 de janeiro de 1917, quando por Despacho ministerial é criada a Secção Fotográfica e Cinematográfica do Exército, que tinha por fim registar os assuntos relativos à educação e preparação do Exército na paz e na guerra, constituindo um arquivo histórico que em todo o tempo fornecesse importante material didático às escolas militares.

Atualmente, com a reestruturação do Exército de 2015, o Centro de Audiovisuais do Exército é uma subunidade da Unidade de Apoio do Comando da Logística, tendo a nobre missão de "Programar e executar as atividades de artes gráficas e de audiovisuais necessárias ao Exército, ao nível da produção, processamento, catalogação e arquivo de meios auxiliares de instrução e de captação de imagem e arquivar todas as imagens produzidas para o Exército".