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73 records were found.

Mocas de madeira
Conjunto de duas (2) mocas de madeira, com trabalho indígena, de origem africana (possivelmente de origem moçambicana ou angolana) colocadas em expositor com múltiplas peças do mesmo âmbito.
Cantil
Cantil e copo de esmalte, em tons de verde, utilizados na Primeira Guerra Mundial. As duas peças apresentam uma perfuração de bala. A peça foi doada pelo combatente português da Primeira Guerra Mundial em África e em França, Raúl da Silva Belém.
Machadinhas
Conjunto de três (3) machadinhas de origem africana colocadas em expositor com múltiplas peças do mesmo âmbito.
Espada, com bainha
Espada, com bainha, de oficial do Exército Português. Peça originária da Fábrica Solingen, modelo 1905. Contém as seguintes inscrições: “Solingen, anno 1905”, “Fábrica Solingen”.
Machadinhas
Conjunto de quatro (4) machadinhas, com trabalho de soldado indígena, de origem africana (possivelmente de origem moçambicana ou angolana) colocadas em expositor com múltiplas peças do mesmo âmbito. A doação foi realizada pela Sra. Júlia Sousa e Silva, esposa do Tenente-coronel Pedro Augusto de Sousa e Silva (1877-1930), que tem um historial biográfico de grande proximidade e passagens profissionais pelas colónias portuguesas em África.
Flecha africana
Flecha africana (Angola), de origem indígena, com haste em cana e ponta em ferro com forma de gota
Máscara anti-gás de modelo inglês
Máscara anti-gás de modelo inglês utilizada na Primeira Guerra Mundial, com bolsa de lona. Contém a seguinte inscrição manuscrita na frente da bolsa: "C. F. P. B. S. C. F. 2.ª Compª. Sarg.to Neves". O ofertante, Joaquim Viegas Baptista, foi combatente na Primeira Guerra Mundial, em França.
Machado africano
Machado africana (Angola), de origem indígena. Contém inscrições padronizadas na lâmina.
Bastão africano
Bastão de comando africano (Angola), de origem indígena, com um rosto do sexo masculino no topo. Contém uma pequena perfuração que atravessa a peça.
Chuveiro de lona
Chuveiro de lona, com pega em madeira e corda, e boca de chuveiro em metal, utilizado nas campanhas da Primeira Guerra Mundial, o qual era oferecido aos soldados pelo Touring Club de France. Na parte exterior tem duas vezes carimbado a seguinte informação: "Oeuvre du soldat au Front don du Touring-Club". Na pega em madeira contém as seguintes marcações: "Camping-douche, Breveté S.G.D.G." A peça foi doada pelo General Daniel de Sousa, combatente da Primeira Guerra Mundial em França.
Espingarda
Com origem na localidade austríaca de Steyr, a marca de armas "Steyr Mannlicher" foi lançada em 16 de Abril de 1864 pelo industrial Josef Werndl e o seu irmão como uma fábrica de armas e serralharia, tendo sido mais tarde expandida para um grupo empresarial internacional com instalações na Áustria e nos EUA. A partir de 1885, as espingardas das Forças Austro-Húngaras foram equipadas com o sistema de repetição de tracção directa Mannlicher. As suas características permitiam que o atirador carregasse cinco ou mais cartuchos com apenas um aperto. Este sistema de carregamento também foi introduzido na Alemanha, Holanda, Bulgária, Roménia e França. Fonte: https://www.steyr-mannlicher.com. Tem gravado o nº A923.
Cartaz
Cartaz "Medalha da Vitória".
Braçal de enfermagem
Braçal de enfermagem, com uma cruz vermelha ao centro do período da Primeira Guerra Mundial. Braçal em tecido branco com duas listas de rebordo a cinzento. A junção do braçal tem três (3) botões). Contém duas marcas de carimbo, uma na frente e outra no verso, mas não é perceptível qualquer informação.
Cartaz
Cartaz "Comprai um capacete".
Cartaz
Cartaz "Comprai fósforos de cera".
Capacete alemão M1916 ou M1917
Capacete alemão em ferro de modelo M1916 ou M1917, utilizado na Primeira Guerra Mundial e ofertado por um combatente francês. Tem protecção interior em couro e correia com fivela ajustável (partida), presa ao interior por duas chapas com prego. Contém a seguinte inscrição no interior: "BF64". Este modelo de capacete foi produzido na Alemanha e utilizado na Primeira Guerra Mundial e Segunda Guerra Mundial.
Cartaz
Cartaz "Tourada em 26 de Agosto de 1928".
Botas de cano baixo
Botas de cano baixo para soldado do período da Primeira Guerra Mundial, em couro, com pequenos apliques metálicos. A bota do pé esquerdo contém uma perfuração, possivelmente por ter sido colocada em manequim de exposição.
Capacete português FS 218
Capacete de ferro, modelo português FS 218, utilizado na Primeira Guerra Mundial, que foi distribuído em França ao ofertante. A parte interior é revestida a couro, com correia com fivela ajustável, presa ao interior por duas chapas com prego de rebite. Uma das correias está partida.
Mocas de madeira
Conjunto de seis (6) mocas de madeira, com trabalho indígena, de origem africana (possivelente de origem moçambicana ou angolana) colocadas em expositor com múltiplas peças do mesmo âmbito. A doação foi realizada pela Sra. Júlia Sousa e Silva, esposa do Tenente-coronel Pedro Augusto de Sousa e Silva (1877-1930), que tem um historial biográfico de grande proximidade e passagens profissionais pelas colónias portuguesas em África.
Espada
Espada de oficial de infantaria do Exército Português. Peça pertencente ao 1.º Tenente António Luis de Gouveia Prestes Salgueiro, combatente no sul de Angola e em Moçambique na Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e titular da Cruz de Guerra de 1ª classe.
Capacete francês Adrian M26
Capacete francês de infantaria da marinha colonial, modelo Adrian M26, em aço com o símbolo da marinha francesa na zona frontal. Não tem revestimento de protecção interior. Tem correia com fivela ajustável, presa ao interior por duas chapas com pregos. Este modelo de capacete foi produzido em França entre 1926 e meados da década de 1940, e distribuído pelas forças de combate entre 1926 e 1950, como um aperfeiçoamento do capacete Adrian M15, utilizado na Primeira Guerra Mundial.
Espingarda, com sabre-baioneta
Espingarda Enfield ERA, com sabre-baioneta, M946 (modelo 946) de 7mm. Contém as seguintes inscrições: "N.º W40693". A marca de espingardas Lee-Enfield corresponde a um dos produtos mais bem sucedidos na área do armamento militar. Foi lançada em Novembro de 1895 com o calibre .303, sendo usada ainda hoje, na sua versão mais moderna, em teatros de operações militares, desportivos e cerimoniais - mais de cem anos desde a sua criação original. Estas espingardas têm sido produzidas por uma variedade de fabricantes em todo o mundo, incluindo os Estados Unidos, Canadá, Austrália e Índia. Fonte: http://www.militaryfactory.com.
Sabre, com bainha
Sabre (ou espada), com bainha, de oficial de cavalaria do Exército Português. Pertenceu ao Dr. José Pontes (1879-1961).
Espada, com bainha
Espada, com bainha, de oficial de infantaria do Exército Português. Peça pertencente ao Capitão Alexandre Alves de Carvalho, combatente em França na Primeira Guerra Mundial (1914-1918).