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Atrelado Depósito de Gasolina, foi adquirido em 1940 conjuntamente com as viaturas Tractores de Artilharia OM e Fiat OCI, destinadas a equiparem as Baterias de Artilharia de Montanha, as quais estavam dotadas com as Peças de Artilharia Ansaldo 7,5 cm m/940. Foram adquiridos em Itália entre 1939 e 1941, conjuntamente com os Tractores e as Peças de Artilharia de Montanha. Pertenceu ao Grupo Independente de Artilharia de Montanha (G.I.A.M.) de Viseu.
Telefone de Campanha TEC-100 Telefone portátil português, fabricado nas OGME (Oficinas Gerais de Material de Engenharia), para uso nas comunicações do exército desde a década de 50 até 70 do século passado. Podia operar a partir de uma bateria interna ou gerador de mão e também de uma fonte de energia central. Instalação: A ligação do telefone através de pilhas, premir o interruptor para falar. Ensaio do Microtelefone: Premir o interruptor do microtelefone intermitentemente, deverão ouvir-se ruídos. Ensaio da Campainha: Curto circuito L1 e L2, operar o botão “VF” e acionar o gerador, a campainha toca. Funcionamento em BL Ensaio de linha: Operar o botão VF e a campainha toca. Ensaio do Gerador: Quando o L1 e L2 estão em curto circuito, o gerador tem dificuldade em girar, quando L1 e L2 estão desligados gira livremente. Sinalização: Acionar o gerador para chamar e desligar, puxar o BC para a campainha não tocar. Funcionamento em BC e Aut Passar as pontes internas para os nº 2. Sinalização: Puxar o botão “BC” para chamar, pressioná-lo para desligar Marcador: Retirar as pontas dos terminais “MC” e ligar o marcador
Arreio de carga, Modelo (m/) 1939, para equídeo de raça Garrano. Utilizado para transporte do Morteiro 81mm, m/ 1937, também designado de arreio de carga Porta-morteiro. É composto por: cabeçada, m/ 1941; rédea, m/ 1903; bridão, m/ 73 ; duas almofadas; almofadilha; cangalha com suporte superior para tripé; duas cangalhas laterais para Prato-base e Cano do Morteiro; peitoral com suspensórios; retranca com suspensórios; cataplasma da retranca; correias de aperto (oito); francaletes (sete); e cilha dupla.
Telefone Linesman TMC 704 Telefone Britânico Linesman TMC portátil No. 704, adequado para ligação a todos os tipos de linha e projetado para ser usado por um operador externo. Com um comutador deslizante de três posições permite que a bateria interna seja ligada ou desligada do circuito e, na posição de não travamento deste comutador, ligada a corrente de toque de um gerador transistorizado aos terminais de linha. É fornecida uma ligação para que um telefone ouvido possa ser ligado e usado como alternativa ao telefone e dois encaixes permitem que a saída de um amplificador seja ligada a este recetor. FUNCIONAMENTO COM BATERIA LOCAL Quando as comunicações são necessárias entre os grupos de trabalho, ou seja, dois Telefones Nº 704 que estão em circuito, procede-se da seguinte forma: Desloque o interruptor deslizante de três posições para a posição LB; a bateria interna fica no circuito; Ligue o telefone à linha; Desloque o interruptor deslizante para a posição RING para chamar o outro operador; Para reduzir o desgaste da bateria, coordene com o outro operador a bateria que deve ser usada no circuito; Retire o telefone do berço após o uso para conservar a bateria e receber chamadas. MANUTENÇÃO Para remover a bateria (três pilhas, Seco, R20PF), retire a tampa na lateral da caixa do instrumento. Ao substituir as pilhas, verifique se elas estão bem inseridas. Faça a verificação periódica da bateria para garantir que as pilhas estejam em boas condições. As pilhas devem ser trocadas de 3 em 3 meses. Ano de Fabrico - 1968
Apoio para lançamento de linhas telefónicas. Barrote de madeira com suporte em ferro, para efetuar apoio ao lançamento das linhas telefónicas, utilizado pelas Secções de Cabo do Corpo Expedicionário Português, durante a 1ª Guerra Mundial.
Painel da Central Telefónica Strowger. Este painel fez parte da central telefónica da Escola Prática de Transmissões, instalada em 1974 no aquartelamento da Rua de Sapadores em Lisboa, foi sobre esta central que foram efetuadas as escutas telefónicas que, no 25 de abril, muito contribuíram para o êxito das operações militares. Central eletromecânica funcionamento passo a passo, comandado por impulsos de corrente gerados pela numeração marcada pelo assinante que iniciava a chamada telefónica.
Painel com repartidor e cabo telefónico de pares
Telegrafo Tipo morse R 600. De origem Italiana Milão de 1900 com bobine e fita de papel. A Unidade Telegráfica R-600 de origem italiana de 1900 é constituída por um bloco central com engrenagem metálica, metida numa caixa de madeira apropriada. Esta unidade regista em fita de papel que está nas bobines e recebe os sinais do código de Morse por acção dum mecanismo de relojoaria, puxando a fita que passa entre uma almofada, com tinta e um estilete móvel comandado pelo sinal recebido, registando assim, sob a forma de pontos e traços, o respectivo código. Para emissão, esta unidade tem também incorporada a respectiva chave de morse que, quando premida fecha o circuito, sendo os sinais então transmitidos para o receptor correspondente, à distância, através da linha, também com pontos e traços, conforme o tempo de fecho da chave transmissora seja menor ou maior, respectivamente.
Selim M 917. É composto por: assento, com patilha posterior e fenda; arcadas, em ferro; costelas, em madeira; argola metálica na arcada posterior e sobre o cochim na parte anterior; suadouros; uma aba (direita). Utilizado por tropas de cavalaria.
Carro de transporte de feridos modelo Francês 1890, para transporte de medicamentos e material sanitrário. É constituída por duas macas e uma mala de pronto socorro.
Freio com barbela, Modelo 1917. É um tipo de embocadura rígida usada em cavalos, feito de ferro ou aço inoxidável. O modelo exposto data de 1917 e é em ferro.
Telefone Set F MK II. Telefone de campanha, retangular, feito de baquelite e metal com um berço e duas campainhas, que funciona através de bateria local (pilhas de 1.5v) ou bateria central. Usado pelo exército britânico durante a 2ª Guerra Mundial. Fabricado em Inglaterra, na década de 1940.
Telefone de campanha EE8. Foi usado pelo Estados Unidos antes e durante toda a Segunda Guerra Mundial (modelo alojado em couro) e mais tarde nas guerras da coreia e do Vietname, foi utilizado em versões melhoradas (passou a utilizar bolsas e correias em lona e nylon). Telefone projetado para o uso de bateria local, ou a partir de uma central telefónica. O EE-8 foi padronizado em 1932 e a sua comercialização iniciou-se em 1937, proporcionando uma unidade mais leve e funcional, aumentou a capacidade de transmissão do predecessor EE-5 por seis milhas ou mais, dependendo do tipo de fio utilizado. Na parte superior do telefone, quando a tampa é aberta, há um bloco de terminais. Todos os interruptores de controlo e bornes de ligação para fio estão contidos no bloco de terminais. O interruptor de alavanca é curvo e carregado com mola, de modo que seja pressionado quando o peso do telefone estiver apoiado nele (EE-8 está fora de linha, com o interruptor aberto). O EE-8 está em linha quando o telefone é levantado (interruptor fechado). O modelo exposto tem as seguintes dimensões: Dimensões: Altura 25cm; Largura 19,5cm; Espessura 9,5cm. É um telefone de campanha, portátil, compacto e robusto. Foram fabricados os modelosEE-8, EE-8-A, e EE-8-B que são referidos no Manual Técnico como telefones EE-8. Portugal adquiriu este equipamento nos finais dos anos 50.
Auto TP Volkswagen GOLF I (MX-11-36) A viatura Golf I foi o sucessor do VW Beetle .Apesar de ter algumas dificuldades técnicas no inicio, foi uma viatura muito bem sucedida. Golf I: 1974-1983
Sela portuguesa, constituida por Cabeçada, Freio com Barbela, Estribos de soleira coberta, Louro, Rabicho, Cilha de Cordas, Redeas, Selim. A Península Ibérica foi o palco de confronto de 2 escolas de equitação: A monta "à gineta" introduzida a partir da vinda de berberes (povos do Norte de Africa) para o exército do califado, e a monta "à brida" identificada com o exercito cristão. Cada tipo de monta exigia diferentes tipos de arreios para o cavalo e diferentes proteções para o cavaleiro, implicando também diferentes técnicas de combate. O tipo de Sela Portuguesa tradicional decorre da sela gineta dos mouros e a sua decoração com cravos metálicos está ligada às marcas obrigatórias nos jaezes (arreios) do Califado do séc. X. Utilizada desde o século XVIII por reis e príncipes, a sela barroca tem vindo a guardar os seus traços principais até os dias de hoje. Recentemente a base da sela tradicional portuguesa tem dado origem a varias evoluções e modelos. A mais conhecida sela Portuguesa tem um design que evoluiu a partir da sela usada em Portugal no século XVIII. De todas as selas Portuguesas este é sem dúvida o modelo de sela mais tradicional e por isso é conhecida como a sela à Portuguesa. Esta sela é uma peça importante na divulgação e na preservação da tradição equestre Portuguesa
Telefone de campanha TA-312-PT. Telefone de campanha portátil, pequeno, robusto, à prova de água, que foi projetado principalmente para operações de campanha, através de um sistema de bateria local (BL). No entanto, o telefone também funciona num sistema comum de sinalização de bateria. Pode ser anexado a um adaptador de sinalização de tom TA-955 / PT que transforma o telefone em um subconjunto de bateria comum, de dois sons, de dois fios, capaz de produzir o padrão dual sinais de som utilizados pelos sistemas de comutação automática militar e comercial. O TA-312 foi o sucessor do telefone de campanha EE-8 Ano: 1967 Sem Bandas de ondas Tipo de energia e tensão - Baterias secas / 2 x 1,5 Volt Modelo: Set telefônico TA-312 / PT – Fabricado nos EUA e usado no seu exército. Material – Caixa metálica Conjunto portátil> 8 polegadas (utilizável também sem alimentação) Dimensões (WHD) - 285 x 170 x 100 mm / 11,2 x 6,7 x 3,9 polegadas Peso - 4,2 kg
Cabeçada com Mascara antigás. Utilizada durante a 1ª Guerra Mundial para fazer face aos constantes ataques de armas químicas (falta a bolsa de encaixe no focinho do solípede). Composta por: cabeçada, correias de aparelhar e ajustar; sete fivelas de aperto; e depósito para antídotos.
Radio emissor BC 610 H. Fez parte dos primeiros rádios HF, utilizados durante a II Guerra Mundial, materializaram as primeiras ligações para as colónias portuguesas. De origem americana, modulação AM em fonia e grafia, regulação de frequência por cristal e com oscilador RF (radio frequência). O emissor B-610 é um equipamento rádio que é parte integrante do E/R AN/GRC-38 que permitia efectuar comunicações em fonia e grafia, na banda de frequência de Emissão dos 2 a 18 MHz. Foi projectado e concebido nos Estados Unidos da América, nos anos 50. Trata-se de um equipamento de grandes dimensões. O seu alcance pode atingir os 1600 km.
Projetor de Iluminação de Objetivos Fortress 90 cm MKV Modelo 1945. COMPRIMENTO - 1,20 METROS LARGURA - 1,50 METROS ALTURA - 1,85 METROS NÚMERO DE SÉRIE - B667
Maca de Campanha Modelo Alemão. Em Lona, Braços em madeira e pés em metal.
Cozinha de Campanha Rodada, Modelo (m/) 1948, com arreios de tração animal, constituída por: três panelas de pressão; uma caldeira para aquecimento de todo o conjunto; dois tachos e simultaneamente frigideiras; e uma gaveta para recolha de cinzas. Todo o conjunto, à exceção dos tachos, permitia a confeção da alimentação em movimento.
Máquina de Cifra Criptografo de Barras. Máquina de Cifra utilizada nas comunicações militares, em que as mensagens eram criptografadas através da substituição de carateres de uma mensagem ou adulterar as posições dos carateres, de modo a que não fosse possível ler o texto sem o reordenar de uma determinada forma. Fabricada pela Sociedade dos Códigos Telegráficos Georges Lugagne (França) de 1912 até 1930.
Emissor/recetor TR-28. Transportável a dorso, resistente e leve, este equipamento introduziu uma melhoria significativa na mobilidade dos grupos de combate, dispõe de 12 canais controlados por cristais.
Carregador de bateria do E/R TR-28. Equipamento destinado ao carregamento das baterias do emissor/recetor TR-28.
Emissor/recetor AVP-1. Equipamento de campanha para pequenos escalões: Pelotão, Companhia, Grupos de Combate, Colunas de Marcha, ligação terra-ar. Origem francesa e montado em Portugal (Standard Elétrica), é uma E/R VHM/FM. Com antena laminar (chicote) com alça de nylon, Este equipamento de origem Francesa do início anos 60, montado em Portugal (Standard Eléctrica). Foi muito importante na guerra colonial no apoio da atividade operacional dos pequenos escalões: pelotão, companhia, grupos de combate, colunas de marcha, ligação terra-ar., é um E/R VHF/FM, fonia com 6 canais controlados a cristal, na banda dos 47 aos 59.95 MHz; Estrutura modular; Potência de 300 miliwatt; Alimentação com pilha seca PS-28-A ou acumulador de cádmio níquel.