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Estátua, representando D. Nuno Álvares Pereira, armado de espada e escudo, e sobrecota com a cruz de Avis.
Quadro retratando em corpo inteiro, o Rei D. Carlos I em Grande Uniforme.
Pintura, "A Pátria coroando os heróis da Liberdade", óleo sobre tela, da autoria de Veloso Salgado. No primeiro grupo à esquerda, vê-se D.Pedro IV, o Duque de Saldanha, o Duque da Terceira, Sá da Bandeira, Conde das Antas, José Jorge Loureiro e o Marquês de Fronteira, em gloriosa cavalgada, avançando imponentes, marciais, enérgicos. Um marinheiro da Armada destaca-se da multidão ovante, sem receio de ser atropelado e corre alçando a bandeira bicolor desfraldada. No segundo grupo, ao centro do quadro, Mouzinho da Silveira, em atitude reverente de pôr aos pés da Pátria as suas providências legislativas, tendo por companheiros o Duque de Palmela, José da Silva Carvalho, Almeida Garret e outros eminentes, que contribuíram para a implantação do regime constitucional. Tomam parte no cortejo deslumbrante, um soldado do Batalhão de Voluntários da Rainha, com a bandeira oferecida pela Rainha D.Maria II ao Batalhão, um soldado de Caçadores 5 e outro de Infantaria 18. À direita está a figura da Pátria, sentada, de tronco erecto, estendendo uma coroa aos Libertadores e junto dela a figura da História, escrevendo com letras de ouro, em quadro de bronze, os nomes dos principais heróis.
Pintura, a História, sob composição alegórica. Vê-se no plano principal uma figura de mulher, tendo a seus pés um génio que empunha a palma da vitória, e segura na mão esquerda uma chapa com a legenda " Descobertas e Conquistas ". Na parte superior do quadro há dois génios suspensos no azul: um mostrando uma fita que tem a palavra " Portugália ", o outro com uma corôa de louro em cada mão. Em volta deste conjunto há uma cercadura de folhas de carvalho, rematada nos quatro cantos por medalhões de D.João I, D.Nuno Álvares Pereira, D.Manuel e D.Vasco da Gama.
É uma boca de fogo de ferro forjado, formada por aduelas caldeadas em torno de um mandril que, depois de retirado, deixou aberta a alma da peça. Este tubo assim formado é reforçado com 19 cintas cujas juntas são cobertas por aneis para aumentar a solidez do conjunto. O tubo é aberto nas duas extremidades, não tem munhões, tem um grosseiro ponto de mira e vestígios de arganeos. Este tubo constituía a bolada da peça, pois falta a câmara móvel que continha a carga de pólvora e que era adaptada à extremidade posterior e na qual se abria o ouvido. Nesta boca de fogo esta câmara devia ter um comprimento de cerca de 65 cm de comprimento e era também formada por aduelas reforçadas com cintas e aneis, certamente de maior espessura que as correspondentes da bolada. A peça completa com a sua câmara teria assim, pouco mais ou menos, 3,40 metros de comprimento de alma e um comprimento relativo de 38 calibres. Lançava pelouro de pedra de 1,5 arráteis (0,690kg)
É uma boca de fogo semelhante aos berços, na sua forma, mas de maior calibre, cerca de 8cm. De ferro forjado, formado por aduelas, reforçadas por 7 cintas e 7 anéis. Tem forquilha, mas falta-lhe a câmara. Atirava bala de pedra de 1 arrátel (0,45kg) ou de chumbo de 3 arráteis (1,35kg)
É uma boca de fogo de ferro forjado maciço, sem aduelas cintadas, e de carregar pela culatra. Tem bolada, berço, rabo e pião; falta-lhe a câmara. A bolada é formada por 3 tubos o que denota uma construção que data já do século XVI. Lançava bala de pedra de 1 arrátel (0,45kg) ou de chumbo de 1,5 arráteis (0,67kg)
Busto, representando o General Eduardo de Castelo Branco, em Grande-Uniforme. Foi o 1º Diretor do Museu Militar, à sua época designado de Museu de Artilharia.
Carregamento pela boca.Fecho de pederneira de patilha. Cano de bronze de alma lisa. Coronha, fuste e vareta de madeira. Ornamentada com embutidos e aplicações de prata. Têm montado na face esquerda, um gancho de suspensão, para prender a arma ao arção da sela.
A lâmina, muito oxidada, tem uma aresta central ao longo de todo o seu comprimento, não possuindo goteira ou sangradouro. O gume é cortante em toda a sua extenção e termina em forma muito afilada, própria para ser usada como estoque. O pomo é de ferro prismático com oito faces (em forma de pêra). Da sua empunhadura resta apenas a espiga. Tem quartões ou guardas rectas, de secção hexagonal, com pequena curvatura nas extremidades. Atribuída a D. João I
Guarda-mão de varetas. Punho em madeira, com caneluras preenchidas com filigrana de latão. Capacete do punho com pomo liso. Lâmina curva, de um só gume, de meia cana, decorada com motivos vegetalistas e troféus de armas, tendo no anverso junto ao talão as armas reais portuguesas e na zona intermédia a inscrição "Fabrica de Toledo" e no reverso "AÑo 1886". Bainha em ferro, com uma braçadeira, com passador rectangular, e argola de suspensão. Pertenceu ao Capitão Mouzinho de Albuquerque
Maça de Armas, século XV, arma de choque forjada em duas peças, ambas do mesmo material. A cabeça, bastante dilatada, está equipada com uma série de sete "facas" (com 14cm de comprimento) de formato triangular, dispostas radialmente. O cabo tem forma cilíndrica e engrossa ligeiramente no sentido da conteira (3cm de diâmetro máximo). A zona do punho (com16 cm de comprimento) acha-se delimitada por duas argolas de volumetria diversa e exibe uma decoração encordoada, em espiral. O encabamento faz-se por meio de um prego longo, aplicado na extremidade superior da cabeça, decorado em relevo e terminando num remate piramidal. A conteira está munida de um pequeno botão esférico, essencial (tal como as argolas) ao equilíbrio da arma.
Cano cilíndrico de carregamento pela boca. Fecho lateral de pederneira, do tipo inventado pelo armeiro inglês Henry Nock, conhecido por "screwless lock" literalmente "fecho sem parafusos", este tipo de fecho tinha a vantagem de poder ser desmontado e montado facilmente, sem ter de se recorrer a uma chave de fendas, no entanto o custo elevado da sua manufactura não o tornou praticável para uso geral no exército sendo raros os exemplares de espingarda montadas com este tipo de fecho. O presente exemplar, cuja platina é em latão, tem gravado a meio o monograma coroado de D.Maria I "MPR" (Maria Portugaliae Regina) e a data "Lisboa 1799", cão do tipo "de argola" e caçoleta elevada, dita "à prova de água". Travinca lateral em ferro, com argola corrediça, que servia para suspender a espingarda de um talabarte aquando em serviço montado. Coronha em nogueira com guarnições em latão. Vareta em ferro.
Guarda de meia roca em metal pintado de preto, com punho em ébano com caneluras. Lâmina larga, plana, de um só gume, sendo no último terço losangular, com gume e contra-gume. Bainha em cabedal, com duas montagens em latão dourado, tendo o bocal botão. Pertenceu ao Oficial de Marinha João Azevedo Coutinho
Representa uma alegoria às Campanhas da Liberdade, dois anjos destacan-se sobre um fundo de nuvens, empunhando um deles a palma da vitória e erguendo com a outra mão a bandeira azul e branca.
Boca de fogo de bronze, da primeira metade do séc.XVI, tem na bolada as armas portuguesas, uma esfera armilar e dois arganéus. No segundo tem os munhões e ao centro a letra " D ", do nome do fundidor (Diogo Pires). No primeiro reforço tem dois arganéus. O cascavel é chato e na parte superior tem um olhal. Tem releixo. Lançava pelouro de pedra de 12 arráteis (5,5kg)
Retrato em oval representando o Marechal Duque de Saldanha em Grande Uniforme.
Viseira, gótica, século XV, de ferro forjado, numa única peça, destinada a ser articulada com uma proteção de cabeça, por meio de dois orifícios existentes em cada uma das extremidades laterais. Aresta central, de alto a baixo, acompanhando a forma encurvada da viseira na zona acima da vista. A vista é formada por duas fendas horizontais, rasgadas a menos de meia-altura e bordejadas na sua margem inferior por um beiço reforçado e ostensivamente projetado. A parte inferior é ligeiramente côncava e remata num bordo revirado para fora.
Acha de armas (Réplica), arma forjada em duas peças, lâmina e cabo, este último de forma cilíndrica com a zona do punho delimitada por duas argolas, exibindo uma decoração encordoada em espiral. É uma peça, tipo machado de dimensões médias, para poder ser manejada com uma só mão; muito frequentemente o cabo era de ferro. Os cavaleiros traziam o machado pendente, por uma correia ou cadeia, no arção* dianteiro da sela, e serviam-se dele sobretudo para tentar abrir o elmo dos inimigos. * Arção: peça de madeira elevada na parte anterior e posterior de uma sela, com a qual se pretendia dar uma pequena segurança à posição do cavaleiro.
Retrato em oval representando o Marquês de Sá da Bandeira em Grande Uniforme.
No primeiro reforço tem as armas reais portuguesas, com a inscrição de "D.Maria I". No segundo reforço tem munhões. Na faixa alta da culatra "Lx Arsenal do Exército - 1797". O cascavel termina em botão. Tem marcado no munhão direito o nº 98. Montada em reparo rodado.
Carabina de repetição, de carregamento pela culatra de ferrolho, cano estriado, para cartucho metálico de percussão periférica e depósito ao longo do fuste.
Bombarda, boca de fogo, calibre 14,5cm, século XIV/XV, fabricada pelo método convencional de cintas exteriores, em ferro forjado "caldeado "ao rubro, envolvendo a alma, constituída por barras de ferro, dispostas circularmente. As cintas eram dispostas em camadas sucessivas. Era de antecarga, isto é, de carregar pela boca, e lançava bala (pelouro) de pedra de 9 arráteis (4kg).
Carabina de um cano, de repetição, carregamento pela culatra de ferrolho para cartucho metálico de percussão central. Na parte lateral direita do fuste tem uma braçadeira com zarelhos e nas faces da coronha tem entalhe para aplicação da bandoleira. Na caixa da culatra tem embutidos a ouro a cifra " L F " entrelaçado pela coroa real portuguesa e a inscrição: " ESPINGARDA PORTUGUESA 6,5 MOD. 1904 DEUTSCHE WAFFEN-UND MUNITIONSFABRIKEN BERLIN ". Pertenceu ao Princepe Real D. Luis Filipe
Guarda cruciforme, dita "à mameluco", em ferro , com platinas em chifre, com anel na parte superior para passagem do fiador. Lâmina ligeiramente curva, de um só gume, com uma larga goteira em ambas as faces. Bainha em ferro com duas abraçadeiras e duas argolas para suspensão no mesmo metal. Junto ao bocal e circundando a bainha, tem gravado o nome do fabricante "ALBUQUERQUE A FEZ EM LX.A" Pertenceu a El-Rei D. PEDRO IV