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Soldado em posição defensiva, com o joelho direito assente no solo, empunhando a arma equipada com baioneta e apoiando a coronha no solo.
Estudo de um par de soldados envolvido num exercício de desarmamento corpo-a-corpo.
Soldado virado para a direita, apoiando o joelho direito no solo, activando uma granada com as duas mãos junto do outro joelho.
Soldado com o joelho direito assente no solo, virado para direita, levantando o braço esquerdo para lançar a granada que segura na outra mão.
À esquerda, um soldado faz um ataque com a coronha da espingarda para a frente, e à direita, um outro visto de escorço empunha também ofensivamente a coronha.
Dois pares de soldados envolvidos num exercício de desarmamento corpo-a-corpo, em diferentes posições.
Projecto esboçado para um menu. Três soldados lançam granadas para fora da trincheira, protegida por estacas com arame farpado, provocando espirais de fumo.
O terreno da frente de guerra atingido por bombardeamentos, avistando-se no horizonte uma explosão e o telhado de uma casa a desabar. Em primeiro plano vêem-se poças, arame farpado e à direita uma trincheira com esboço de soldados, apontando armas rentes ao terreno. Composição alusiva à resistência das tropas portuguesas em Lacouture durante a batalha do Lys, a 9 de Abril de 1918. Pode-se considerar este desenho um estudo final para a água-forte "Manhã de 9 de Abril (Bombardeamento de Lacouture)".
Corpo de tropas portuguesas, ao serviço do Império Francês, no qual serviu Gomes Freire de Andrade.
Aspecto do arco de uma ponte por onde passam carroças e equídeos, visto a partir de um cais na margem de um rio ou canal. Debaixo do arco observa-se uma comporta, por onde passam alguns transeuntes. Possivelmente desenhado numa cidade do norte de França, a caminho ou vindo da frente.
Aspecto exterior de um abrigo das tropas alemãs, elevação numa planície pontuada por inúmeros troncos nus de árvores.
Soldado a corpo inteiro, visto de frente, caminhando com um fardo às costas.
Uma barreira feita de toros de madeira é enrolada na base por arame farpado, cujo rolo vê-se ao lado esquerdo, pousado no terreno.
Paisagem tirada no sector português em França, com um horizonte elevado e o terreno revolvido por bombardeamentos. À esquerda vê-se a entrada de uma trincheira. Três cruzes de sepulturas distinguem-se ao centro.
Um soldado sentado apoiando as duas mãos na espingarda, desenho com realces de rosa, amarelo e vermelhão.
Aspecto interior de uma trincheira em Lacouture, no sector português em França, com o pormenor dos parapeitos de madeira. Pontuando o horizonte vêem-se ruínas de casas, troncos nus de árvores e estacas com arame farpado.
Grupo de soldados marchando numa rua com casas e árvores, esboçando-se à esquerda alguns assistentes.
Aspecto da entrada de um abrigo de comandante no interior de uma trincheira, protegido com sacos de areia e observando-se passadiços em primeiro plano. À entrada vê-se um soldado em sentinela, esboçado. Abrigo do capitão Augusto Casimiro numa trincheira do sub-sector de Ferme du Bois, comandante que assina uma inscrição no verso.
Ruínas de um edifício vítima de bombardeamento, provavelmente uma igreja de Calonne (ou sua catedral), local assinalado pelo artista na inscrição.
Soldado deitado visto de costas, enquadrado diagonalmente, com as pernas juntas e a baioneta à frente do capacete.
Soldado em exercício militar, lançando granada com as pernas afastadas, constituindo o seu pé e mão direitas quase uma linha diagonal.
Esboço de quatro soldados no pátio de uma quinta em ruínas, no sub-sector de Ferme du Bois, base de apoio, nesta data, do batalhão de infantaria 23 comandado pelo capitão André Brun. No cimo, observa-se um telhado completamente arruinado. O pátio era conhecido como o "Pátio das Osgas". Sousa Lopes aí localizou, aproveitando este estudo, a conhecida água-forte (igualmente na col. MML) "Infantaria 23 na Ferme du Bois (distribuição de rancho)".
Estudo de composição para uma pintura de temática alegórica. Num rectângulo circunscrito por uma moldura esboçada, vêem-se, lado a lado, a figura de um homem idoso, de barbas e uma mulher jovem, encimados por um anjo que segura uma coroa de louros, ou palma. Em baixo, um outro anjo toca uma tuba (tipo corneta). Pensando nas decorações artísticas do edifício do museu, parece-nos um estudo para a composição alegórica do tecto do vestíbulo, da autoria de Alves Cardoso e datada de 1903 (confirmar).
O terreno da frente de guerra atingido por bombardeamentos, avistando-se no horizonte uma explosão e o telhado de uma casa a desabar. Em primeiro plano vêem-se poças, arame farpado e à direita uma trincheira com capacetes de soldados, e o terror no rosto de um deles que carrega a arma. Composição alusiva à resistência das tropas portuguesas em Lacouture durante a batalha do Lys, a 9 de Abril de 1918.
Estudo para a água-forte. Numa planície da frente de guerra deformada pelos bombardeamentos, e pontuada por troncos de árvores isolados no horizonte, vê-se em primeiro plano um monte de terra compactada e uma cruz, formada por uma espingarda sem coronha, a baioneta e uma pá na horizontal.