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Morteiro de Sítio, calibre 34,5cm, de 1704, do reinado de D. Pedro II. Fundido em bronze cinzelado.
Banda para todos os Oficiais excluindo os Generais, é de liga de torçal carmesim com borlas e canotilhos de torçal carmesim. Conforme Regulamento de Uniformes do Exército publicado na OE N.º 4 de 18 de Março de 1933 aprovado pelo Decreto N.º 22:336 da mesma data. Foi pertença do Brigadeiro José Guerreiro de Oliveira Duarte
Caixa de granadas de morteiros, de instrução, calibre 81mm, com duas granadas inertes para treino das guarnições da arma coletiva Morteiro 81mm.
Estatueta, Alferes de Artilharia de 1930. Produção em cerâmica vidrada, da Fábrica Rafael Bordalo Pinheiro, de 1940. Foi seu autor o Coronel de Engenharia Militar, Vasco Lopes de Mendonça (1881-1963), ceramista e caricaturista (e também neto de Rafael Bordalo Pinheiro).
Capacete de ferro (batido), do século XVII - 1660 (?). Este modelo de capacete manteve-se em uso ainda na primeira metade do século seguinte. A utilização contínua do capacete e peitilho de ferro pelas forças portuguesas foi uma das principais bases do excecional êxito militar obtido nas possessões territoriais do reino de Portugal.
Astrolábio português, do século XVI. Réplica em bronze, à semelhança do que pertenceu à Nau Madre de Deus, afundada em 1610 ao largo de Nagazaki, Japão.
Dinamómetro de Pólvora, tambem conhecido como medidor de pólvoras, em ferro finamente cinzelado, com o cursor do dinamómetro em latão. Não são visíveis punções, mas pela forma do cão, deve datar da primeira metade do século XIX (?). Produzido em oficina francesa (?), e a sua proveniência foi da armaria (sala de armas) dos Marqueses da Graciosa, Anadia, em 1850.
Tem o escudo nacional encimado pela coroa real fundida no copo. Idade anterior a 1910, não sendo possível data-la com maior rigor neste momento. Não possui bainha. Foi cedida ao Museu Militar por transferência do RG 3 em 1996 (?) Comp 93,7 cm Largura da lamina 3,4 cm junto ao copo. Materiais: aço forjado, latão e cabedal no punho
Dragonas (par), de Oficial General - pala de metal dourado em sete escamas, com a maior forrada a pano vermelho e a última com escudo, para Oficiais Generais, e distintivo das Armas, para outros Oficiais, com franja solta de canitilho, de ouro fosco. Faz parte do Uniforme de Gala constante do Regulamento de Uniformes para o Exército, publicado na Ordem do Exército n.º 4, 1º Série, de 1933, aprovado pelo Decreto 22:336, de 18 de Março de 1933. Foi pertença do Brigadeiro João da Cunha Batista, comandante da Zona Militar da Madeira, em 1961.
Morteiro de Sítio, calibre 20cm, 7,5 polegadas, de 1737. Fundido em bronze. Fabrico holandês, pelo mestre A. Cornellis Crans.
Botão de farda portuguesa, do reinado de D. Manuel II, em latão, com vestígios de folha-de-ouro. Foi produzido pela Oficina de Londres, em 1909 (c.) e encontrado na campanha de escavações do antigo Pátio dos Estudantes, da Universidade da Madeira (Funchal), em 2001.
O modelo 36, da marca deste revólver, foi projetado logo após a Segunda Guerra Mundial, quando Smith & Wesson parou de produzir materiais apenas para a guerra e retomou a produção normal. Para o novo modelo, procurou-se criar uma arma que pudesse disparar as poderosas munições .38 Special, e uma vez que os mais velhos I-frame não foram capazes de lidar com essa carga, foi projetada uma nova estrutura, que se tornou a Smith & Wesson J-frame. O novo projeto foi apresentado na Associação Internacional dos Chefes de Polícia, convenção (IACP), em 1950, e foi recebido favoravelmente. Foi-lhe atribuído o nome de .38 Chiefs Special. A versão três polegadas de cano deste projeto entrou imediatamente em produção, devido à alta demanda. No entanto existiu outra de 1 7/8". Estes estavam disponíveis em acabamentos metálicos azulados ou niquelados. Esta arma foi produzida como "Chiefs Special" até 1957, aquando da renomeação em números das armas da Smith & Wesson, tornando-se o modelo 36. O modelo presente é um revolver .38 S&W, modelo 36, 1 7/8" barrel. Foi pertença do General José Manuel Bettencourt Conceição Rodrigues.
Obus de campanha, da Artilharia de Campanha, de 1770, calibre 15cm. Fundido em bronze, em Lisboa. Manuel Gomes de Carvalho e Silva era o Tenente-General de Artilharia do Reino. Bartolomeu da Costa era Tenente-Coronel e fundidor, sob o reinado de D. José.
Capacete Colonial, de tela de cortiça impermeável, coberto de caqui de algodão amarelo torrado, com francalete de cabedal, tendo a parte interior duas abas de tecido verde. Este tipo de capacete encontrava-se estabelecido pelo Regulamento de Uniformes do Exército Metropolitano, Decreto n.º 24:162, de 10 de julho de 1934, que alterava o Decreto 22:336, de 18 de março de de 1933, e onde se encontrava aprovado o anterior Regulamento de Uniformes do Exército Metropolitano, publicado na Ordem do Exército n.º 4, 1ª Série, de 1933. Foi oferecido a este museu pelo Capitão Nóbrega, em agosto de 2012.
Carabina Westley Richards, Modelo (m/) 1867, calibre 11,45 mm, utilizada pelas tropas de Cavalaria do Exército Português, durante as Campanhas de Pacificação, em África, no final do século XIX.
Pelouro de ferro fundido, sob a forma esférica, que se empregava em algumas peças de artilharia, dos séculos XVI a XVIII.
A Espingarda automática AK-47 (denominação russa Avtomat Kalashnikova), modelo de 1947, de calibre 7,62mm, é uma espingarda de assalto produzida na União Soviética, pela indústria estatal IZH. Esta espingarda surgiu na União Soviética logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, sendo a arma de fogo mais fabricada de todos os tempos. Estima-se que o número de exemplares produzidos, tanto na Rússia como, sob licença, em países como a Bulgária, China, Hungria, Índia, Coreia do Norte, Roménia, entre outros, chegue à impressionante cifra de 90 milhões. Outros países, como a Finlândia e Israel, também basearam-se no projeto desta espingarda para produzirem os seus modelos M62 e Galil, respetivamente. Aquela espingarda carateriza-se por ter grande rusticidade, facilidade de produção em massa, simplicidade de operação e manutenção, além de reconhecida estabilidade sob baixas e altas temperaturas. Contudo, nos requisitos de precisão e ergonomia, apresenta algumas limitações. O seu funcionamento é similar a outras espingardas automáticas de assalto, pelo aproveitamento indireto dos gases, que são desviados da parte posterior do cano até um cilindro montado acima deste, onde pressionam um êmbolo de longo curso que aciona o recuo do ferrolho de trancamento rotativo. O ferrolho desliza sobre duas calhas existentes na caixa da culatra, com uma folga significativa entre as peças móveis e fixas, o que permite a sua operação sob saturação interior de lama ou areia. Dispara munições 7,62x39mm, nos modos automático e semi-automático. O registo de tiro e segurança são considerados, por muitos especialistas, a sua principal desvantagem, não corrigida nos modelos posteriores. É lento e desconfortável, exige esforço extra para operar, especialmente com luvas, e quando acionado produz um "clique" alto e distinto. Outra desvantagem é a posição do ferrolho, que permanece fechado após o último tiro. É alimentado normalmente por um carregador, tipo cofre metálico bifilar, de trinta projéteis, localizado à frente do guarda-mato. Outros tipos de carregadores, como o de quarenta projéteis ou o tambor de 75 projéteis da RPK, podem também ser usados. O seu aparelho de pontaria é graduado de 100 a 1000m e tem um ajuste fixo que pode ser usado para todas as faixas de 300m. Pode também ser equipado com lançador de granadas, montado sob o cano.
Obus, de campanha, de 6,5 polegadas, fabricado em bronze cinzelado, calibre de 17,5 cm. Foi fundido em Angola, pelo Sargento-mor Engenheiro Luís Cândido, em 1773. Tem munhões e asas de golfinho. Na bolada tem as armas reais portuguesas. Os cascavéis terminam em botão ornamentado.
Espingarda Snider, de origem britânica, de funcionamento tiro-a-tiro, cujo mecanismo de retrocarga foi desenvolido por Jacob Snider. Foi utilizada pelo Exército Português no final do século XIX.
Os polvorinhos serviam para guardar a pólvora durante o seu transporte pelos atiradores. As semelhanças entre polvorinhos de caça e militares não são relevantes. Muitos deles costumavam ter gravados desenhos, este por exemplo com flores e aves, deveria ser um polvorinho de caça, mas o seu uso era perfeitamente possível pelos atiradores do Exército. Este polvorinho não está completo, faltando-lhe alguns dos seus componentes Doação do Brigadeiro Jasmins de Freitas
Peça de Panela, em miniatura (escala 1/5), de um original fundido por Ventura Escartim, em 1666, existente no Museu Militar de Lisboa. Tem calibre 19cm. Fabricado em aço e bronze.
O MP34 (Maschinenpistole 34, literalmente "Pistol Máquina 34") é uma metralhadora (SMG), que foi fabricado pela Steyr Waffenfabrik e usado pela polícia austríaca e, posteriormente, por unidades do exército alemão , incluindo a Waffen SS , na II Guerra Mundial . Uma arma excepcionalmente bem-feito, foi usado por algumas forças bem em 1970. O MP34 foi baseado em um projeto para o MP18 pela Rheinmetall empresa sediada em Düsseldorf . A arma é semelhante em design para o MP18 Bergmann, que por si só viu o serviço no final da Primeira Guerra Mundial Restrições à fabricação de armamentos certos dentro do 1919 Tratado de Versalhes proibiu a Alemanha de fabricação de certos tipos de armas, como armas de fogo automáticas leves (designados como SMGs com barris de mais de quatro polegadas (102 mm) e revistas com mais de oito rodadas) . Para contornar o tratado, Rheinmetall adquiriu a suíça empresa Waffenfabrik Solothurn em 1929 e iniciou a produção secreta de um protótipo. O que era para se tornar o MP34 foi originalmente designado 'S1-100' usando convenção da empresa de nomenclatura padrão. Devido à empresa Solothurn sendo inadequado para a produção em massa, Rheinmetall tomou uma participação de controlo na Waffenfabrik Steyr, um fabricante de armas estabelecida na Áustria. Armas fabricadas pela Steyr foram vendidos via Zurique empresa de comércio baseado em Steyr-Solothurn Waffen AG para os mercados comerciais e militares. O MP34 foi fabricado a partir dos melhores materiais disponíveis e terminou com o padrão mais elevado possível. Ele foi muito bem produzido que tem sido muitas vezes apelidado de " Rolls Royce das pistolas-metralhadoras ". No entanto, os custos de produção eram extremamente elevados, como consequência. Portugal comprou em pequenas quantidades a .45 ACP versão e foi adotado como pistola-metralhadora 11,43 mm m/935. Portugal também compraram pequenas quantidades do S1-100 em calibre 7,65 milímetros Luger, em 1938, e a arma foi adotada como a 7,65 milímetros pistola-metralhadora Steyer m/938 .
castrioto Lusitano Frei Rafael de Jesus Edição de Lisboa, António Craesbeeck, 1679 Exemplar da Biblioteca do Exército
Espada, de Oficial do Exército Português, pertencente ao Alferes de Infantaria, João Paulo Veiga Pestana, morto em combate na Batalha de La Lys, a 9 de abril de 1918, sob o contexto da Grande Guerra (1914-1918), e sepultado no cemitério português de Richebourg- l’Avoué, próximo de Lille, em França. Foi oferecida pelo seu irmão, o Comendador Alberto da Veiga Pestana, ao Brigadeiro Gervásio Campos de Carvalho, Comandante da Zona Militar da Madeira (1955?) Foi fabricada em Espanha, pelo fabricante Ballesteros, Fabrica de Armas, Toledo.
Escultura, baixo relevo, da Batalha de Guararapes (Brasil). Nesta batalha, João Fernandes Vieira, chefe militar nascido na Madeira, conduziu as forças portugueses e brasileiras, contra os holandeses em Pernambuco, à decisiva vitória. A vitória na primeira batalha de Guararapes, ocorrida em 19 de abril de 1648, marca simbolicamente a génese do Exército Brasileiro, sendo considerado o seu dia festivo. Produção em bronze, realizada pelo escultor brasileiro Calmon Barreto (1909-1994), Rio de Janeiro, 1939. Oferta do Exército Brasileiro ao Exército Português, por ocasião da Exposição "Mundo Português", realizada em Lisboa, em 1940.